Gustavo Barcelos
Diretor Médico · Doutor-AI
HIS 2026 · 16 e 17 de setembro de 2026
QUEM PARTICIPA
Diretor Médico · Doutor-AI
CONVIDADOS DA MESA ANUNCIADOS EM BREVE
SOBRE O TEMA
Boa parte dos hospitais brasileiros opera sem protocolo assistencial formalizado. Onde ele existe, costuma ser um documento único aplicado a todos os pacientes da mesma forma — um carimbo. O paciente, porém, não é um carimbo: é um contexto. Comorbidades, medicações em uso, exames do dia, histórico, leito disponível e risco de deterioração mudam a conduta correta, e raramente cabem em um fluxograma impresso.
Ao mesmo tempo, a evidência científica passou a mudar em velocidade que nenhum comitê consegue acompanhar por revisão periódica. O resultado é conhecido: variabilidade na decisão entre médicos do mesmo plantão, aderência baixa ao que a própria instituição definiu, e custo assistencial que sobe sem que ninguém tenha decidido subir.
O QUE VAMOS DEBATER
OS NÚMEROS QUE COLOCAM O TEMA NA MESA
49,1%
cumprimento do pacote de 1 hora da sepse em 79 hospitais brasileiros comprometidos com qualidade.
FONTE: ENSAIO A DECISÃO NÃO GOVERNADA61% → 94,6%
aderência ao protocolo da instituição em rede hospitalar cliente, medida antes e depois.
FONTE: CASE ADERÊNCIA A PROTOCOLOS15,89%
glosa inicial média no faturamento hospitalar, custo visível da decisão sem registro.
FONTE: OBSERVATÓRIO ANAHP 2025
PARA QUEM É ESTA CONVERSA
Diretoria clínica e médica, núcleos de qualidade e segurança do paciente, governança clínica e CMIO — quem responde pela aderência ao protocolo e pela variabilidade da decisão, e precisa de um caminho que não dependa de mais uma revisão em papel.
INSCRIÇÃO
Painel de 40 minutos, no estande da Doutor-AI (Arena), com perguntas ao final.
Leia o ensaio que abriu este debate: O inimigo tem nome — a decisão não governada